Mostrando postagens com marcador Ascensão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ascensão. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 12 de maio de 2020


Regressando 


Quando começamos o vamospensar em 2011, eu (Larissa) e minha amiga (Cláudia) nos interessávamos muito pelo tema da transição planetária. Questões existenciais, políticas e filosóficas sempre nos cercararam individualmente, anos antes de nos conhecermos na faculdade.
Eu sempre tive a vontade de entender, fiz uma jornada espiritual, dentro de mim mesma, e fora também, lendo e buscando. Quando junto minhas experiências pessoais chego à certas conclusões. Eu sabia que haveria este momento. Todos nós do “meio esotérico” sabíamos parcialmente, mas em meio à tantas mentiras e manipulações fica difícil confiar em nossa intuição. Eu sempre tive dificuldade em ter fé, em acreditar  no que não podia ver. Após 2012, que eu já nem acreditava muito em primeiro lugar, comecei a ver as coisas por um lado racional e lógico. Em certo momento seguir a vida assim tão baseada na razão foi se tornando insustentável e comecei, em 2017, uma série de mudanças positivas. No final do ano passado havia encontrado o equilíbrio mas ainda não conseguia encaixar no meu mundo lógico as experiências vividas e o conhecimento adquirido.
Eu voltei a ler avidamente igual quando tinha 16 anos... comecei a ler sobre filosofia yogue, não a yoga que envolve posturas, sobre jnana yoga, sobre Deus. E estava ali a definição que eu tinha de Deus. A vida toda e que inclusive me revoltava com todas as religiões por não apontarem o caminho. E lá estava um guru num livro de quase 120 anos de idade, dizendo para compreender a necessidade evolutiva de cada um, e tudo fez tanto sentido. Toda a prática de meditação que tive a vida toda, o mindfulness que veio agregar, o ir além da mente, perceber como a solução está em ir além da dualidade, e na conexão com o todo, percebemos como somos iguais, irmãos de jornada. Juntar tudo aquilo naquele momento, ver tantos outros psicólogos fazendo pesquisa e ressaltando a importância do midfulness no tratamento psicológico, eu não podia mais negar. Havia algo de verdade em tudo aquilo que me foi transmitido. E eu voltei a acreditar nesta concepção de Deus da filosofia yogue. Não deveria nem chamar de acreditar, eu senti a paz da verdade, da ausência de medo, da compreensão, da compaixão. Eu percebi que havia um caminho, e por isso temos que aprender a superar as adversidades da melhor forma sempre, que devemos isso, tentar o melhor, sempre. Não importa falhar ou o objetivo, o caminho conduz ao mesmo lugar: ao absoluto.
Duas semanas depois que eu voltei a acreditar, ocorre a pandemia. Voltei a ler certos fóruns que frequentava antes de 2012 e existe tanta coisa acontecendo que senti a necessidade de voltar. A obrigação de tentar estar aqui, dissipando a escuridão e ajudando a escrever junto com vcs nossa nova história.
Percebo que existem vários caminhos para se chegar a verdade, o que importa é a busca, é a luta pelo bem, pelo correto, espero conseguir fazer clara todas as conexões. Quantas mais coincidências você precisa para acreditar? Eu não preciso mais de nenhuma, eu acreditei antes e ainda acredito.





Nos vemos em breve
Com muito amor, sempre
Larissa

domingo, 29 de setembro de 2013

Vamos Pensar 2013, 14 e além...

Quando a Claudia e eu iniciamos este blog, sempre tínhamos em mente a discussão de temas que nos fascinavam e nunca o de apontar caminhos ou pretender sabermos a verdade. Acredito logicamente, que exista UMA verdade, mas não nos é dado conhece-lá.
A ideia  que tínhamos era a da discussão sobre o tema 2012, e não apenas isso, mas também a transição planetária, espíritos, ufos, alienígenas, história da raça humana, enfim, todas as perguntas que tínhamos, questões filosóficas e existenciais que muitos têm.
Foi uma jornada longa, aprendendo com erros, conhecendo leitores e blogueiros. Em algum momento deste caminho, percebemos que a grande maioria preferia temas que davam a certeza de uma transição iminente ou indicavam veracidade de toda esta especulação, que se agravou em 2012. Fossem desastres, naves que se aproximavam, etc... O post sobre espaçonaves, arf... Percebemos que muitos nem liam, só queriam atacar quem ousava pensar que as vezes as coisas podem ser mais do que parecem, e que não necessariamente víamos como verdade, mas estavamos procurando, oras bolas. Seguia-se à estes posts uma enxurrada de comentários extremistas, tanto os que acreditavam que a transição estava ali, em dezembro de 2012, que naves estavam chegando, o contato estava próximo; quanto os que achavam que éramos loucas inconsequentes por publicar tais absurdos.
Poucos eram os que realmente liam os textos e refletiam...
Começamos a olhar outros blogs e víamos que os "campeões de audiências" eram aqueles que se diziam donos da verdade, rechaçavam os que discordavam e esta nunca foi nossa postura porque o que acreditamos é que o amor entre todos nós é o único caminho. Neste ponto talvez a Claudia possa discordar um pouco de mim por acreditar que a humanidade não é capaz de optar por este caminho. Hoje admito que realmente apesar de vislumbrar esta possibilidade de um futuro glorioso na Terra, sei que é improvável. Pelo menos não em um futuro próximo...
Se algum dia existiu a famosa transição, sinto lhes dizer que falhamos miseravelmente. Não somos capazes de evoluir, de perdoar, de quebrar o ciclo. Sejam alienígenas, iluminatis ou apenas indivíduos mal-intencionados, nos deixamos dominar, somos escravos do sistema. Muitos que buscam explicações paranormais, não vêem mais saída no mundo racional e cientifico em que vivemos. Sentem-se isolados da grande massa, tristes com a realidade que os cerca. E quem pode viver neste mundo sem desejar uma saída daqui? Mundo com tantas violências, estupros, pedofilia, assassinatos são coisas que não consigo conceber...
Porém sinto muito dizer, não existem naves de resgate, não existe cinturão de fótons, porém existe o bem existe o desejo verdadeiro de fazer o bem, de viver em um mundo melhor.
Seria fácil para nós falarmos como se fossemos donas da verdade mas somos iguais a maioria de vocês, cheios de dúvidas.
O caminho que nos conduz através desta vida, se é que existe realmente um caminho, é o desconhecido. O não saber exerce um papel fundamental em nossas existências. Não saber deveria fazer com que não déssemos determinadas coisas como certas. Nada é certo, a realidade não existe, é uma ilusão. Somos capazes de moldar a realidade, mas precisamos uns dos outro para isso. precisamos de apoio para acreditar que podemos, após tantas desilusões. Superar, o sofrimento, superarmos a animalidade, os instintos primitivos que nos fizeram sobreviver até o momento.
Porém este instinto agora é contraproducente. Estamos destruindo o planeta, o clima está bem adulterado, ainda guerreamos, ameaças químicas, pesticidas e tantos outros venenos em nossas vidas... Mas aceitamos, porque em primeiro lugar achamos que algo irá nos salvar, porque afinal não  merecemos isso, afinal somos vítimas da sociedade, e em segundo lugar nos sentimos impotentes. O grande engano é este, não acreditar que podemos, eu sei que podemos, mas não vamos...
É uma pena, mas sinto que fomos deixados para trás, por nós mesmos, que perdemos a oportunidade de algo grandioso. Sei que existem alguns que se sentem assim mas nada farão. Talvez tenhamos sido vencidos por seres do mal, talvez tenhamos caídos em armadilhas psicológicas, mas a realidade é o que fazemos dela.... Digo palavras ao vento, como tantas outras vezes disse.
Não são as palavras que a grande maioria queria ouvir, mas quer saber, a maioria está errada, porque a grande maioria se deixou levar.... Aos poucos que entendem peço que reflitam sobre o que podemos fazer, AGORA, porque é tudo o que temos.
Mas a saída está dentro de cada um, somos capazes de realizar qualquer tarefa, a mudança depende apenas de nós.


Amor sempre
Larissa



Quando Larissa e eu resolvemos criar esse blog, eu tinha uma grande esperança de que nossas palavras pudesse acordar pelo menos uma pessoa. Não sei se isso aconteceu, mas se aconteceu fico grata por isso, pois poderei dizer que nosso objetivo foi alcançado.
No entanto, ao longo dos meses, eu fui observando que muitas pessoas querem continuar dormindo, pois isso é comodo, é muito mais fácil continuar vivendo na matrix. Pois, como no filme é mostrado, após você acordar não tem mais volta. A sua dor, o seu desespero em ter que viver essa realidade, nunca mais te deixará.
A ignorância é uma benção, pois após sair desse mundo de ilusões, e você adquirir a visão de enxergar além do que está na superfície, você nunca mais terá paz. Mas é a falta de paz por você querer mostrar a realidade além para as pessoas ao seu redor que te atormentará, e o desespero de constatar que as pessoas não querem o que você tem a oferecer.
A grande maioria não quer sair da sua zona de conforto, querem continuar com a cabeça enterrada na areia, e quem se atrever a tirar, será ridicularizado, rotulado como louco, e muitas vezes, até ofendido. Quem disse que é fácil? Sendo assim, quem, num mundo de mentiras e manipulações terá coragem de pensar diferente? Só os loucos, os corajosos.
Como a Larissa escreveu, havia pessoas que entravam e comentavam no blog, sem nem ao menos ler. Muitos, percebe-se, já vinham com opiniões formadas, e só comentavam de forma grosseira, para ofender os que tinham opiniões diferentes.
Eu sabia que nada aconteceria em dezembro, mas como muitas pessoas que também sabiam, alimentava um "quem sabe", e torcia de verdade para que as mudanças ocorressem de forma mágica. Após a nova decepção de dezembro de 2012, onde muitos tinham uma esperança de que talvez a partir dali, pudéssemos mudar nosso comportamento, voltamos para a nossa rotina, procurando um novo ponto, descobrir novas interpretações.
Pois bem, nada de grandioso irá acontecer. Eu sempre disse para a Larissa, que nós humanos, só mudaríamos se algo grande acontecesse: Nibiru, um asteroide em rota de colisão com a Terra, um terremoto mundial... infelizmente, os humanos só aprendem a respeitar quando algo sacode ele. Do contrário, as coisas caminhariam lentamente, como nos diz os espíritas.
Acredito que estamos passando pela Transição Planetária, e que as profecias bíblias estão se cumprindo, tudo se completa, basta observarmos. Busquemos respostas, lendo as profecias de todos os povos. Este é o momento de grande decisão cósmica.
A transição, o apocalipse, use o nome que quiser, está acontecendo.
Isso é um processo natural, planetário, cósmico, não importa o que fizermos, as escolhas, se vamos escolher o bem ou o mal, a luz ou as trevas, nada vai mudar o que está acontecendo. Cabe a cada um seguir a maré das mudanças, nos adaptarmos ao novo que está se implantando, pois a transição não vai nos esperar.
Quem estiver apto para a nova realidade ficará, do contrário, serão levados para os lugares que tenham o mesmo padrão da sua energia e da sua mentalidade.
Mas, cheguei a conclusão, que não adianta a gente querer que as pessoas queiram mudar, elas é que devem acordar por si mesmas. A cada um será dado segundo as suas obras, ninguém pode carregar um fardo que não possa carregar. Assim já dizia o Rabi de Nazaré.
Caminhemos, mesmo que muitas pedras sejam jogadas quando passarmos pelos que ainda não compreendem.


Caminhemos sempre,
Claudia

domingo, 4 de novembro de 2012

Armadilhas e ciladas no caminho da ascensão

ARMADILHAS E CILADAS NO CAMINHO DA ASCENSÃO
Por Dr. Joshua David Stone

Joshua David Stone é Ph.D. em psicologia transpessoal e também conselheiro matrimonial familiar e infantil em Los Angeles, Califórnia. Num nível espiritual, ele dirige o Melchizedek Synthesis Light Academy Asharam, um asharam do plano interior e exterior integrados que procuram ensinar todos os caminhos para DEUS. Servindo como porta-voz do movimento de Ascensão Planetária, a linhagem espiritual do dr. Stone está directamente ligada a Djwhal Khul, a Sanandra, a Kuthumi, ao senado Melquesedeque, ao Mahatma e a Metatron. Ele também sente que tem uma ligação muito estreita com a Mãe Divina, com o Senhor Buda, assim como uma devoção profunda por Sathya Sai Baba.
 

"Nas minhas viagens pela vida como ser espiritual, psicólogo espiritualista e discípulo do caminho, tomei consciência de muitas das armadilhas e ciladas que se encontram no caminho espiritual. Considero-me até especialista no assunto, pois tive a experiência de cair na maioria delas.
 
 
Recomendo, convicto, a meditação sobre a lista que apresento a seguir. Embora breve em palavras, é profunda em intuições. O meu propósito ao partilhar estas situações é poupar, ao maior número de pessoas possível, sofrimento desnecessário, carma negativo e os atrasos no caminho da ascensão, provocados pelo desconhecimento e pela ignorância.

O caminho espiritual é bastante fácil num plano e incrivelmente complicado em outro. O ego negativo e as forças das trevas espalham sedução e apegos, imensos complexos e ardilosos desafios em cada passo do Caminho.

Cometer erros e cair nessas armadilhas é normal. A minha preocupação é evitar que as pessoas que buscam o seu Caminho, fiquem enredadas nas ciladas por longos períodos, ou mesmo vidas inteiras.”

Eis, então, as armadilhas e as ciladas mais comuns:

1. Abrir mão do seu poder pessoal, concedendo-o a outras pessoas, à mente subconsciente, ao ego negativo, aos cinco sentidos, ao corpo físico, ao corpo emocional, ao corpo mental, à criança interior, a um guru, aos mestres ascensionados, a Deus, a tudo o que for externo.
2. Amar os outros, mas não a si mesmo.
3. Não reconhecer o ego negativo como fonte de todos os problemas.
4. Concentrar-se em Deus, mas deixar de integrar e educar de modo correto, a sua criança interior.
5. Comer incorretamente e não fazer exercícios físicos suficientes, o que resulta em doença física e limitação nos outros níveis.
6. Mergulhar profundamente na vida espiritual mas não reconhecer o plano psicológico, que precisa ser compreendido e dominado.
7. Desejos, desejos e mais desejos materiais.
8. Exercer poder sobre os outros depois de alcançar o sucesso.
9. Desligar-se demais das coisas da Terra, o que prejudica o corpo físico.
10. Tentar escapar da Terra, em vez de criar o Céu na Terra.
11. Ver apenas as aparências, em vez de observar a verdadeira realidade que está por detrás de todas as aparências.
12. Tentar tornar-se Deus, em vez de perceber que você já é o Eu Eterno, como todas as outras pessoas o são.
13. Não perceber que você é a causa de tudo.
14. Servir os outros totalmente, antes de se tornar auto-realizado dentro de si mesmo.
15. Pensar que existe algo que se possa chamar de raiva justificada. A raiva é uma armadilha perigosa.
16. Tornar-se um extremista, e não ser moderado em todas as coisas.
17. Pensar que precisa ser asceta para tornar-se um ser espiritual.
18. Tornar-se sisudo demais, deixando de ter alegria, felicidade e diversão suficientes na vida. Não há ascensão sem alegria.
19. Ser indisciplinado e deixar de perseverar incessantemente nas suas práticas espirituais.
20. Abandonar as práticas e estudos espirituais quando se envolve num relacionamento.
21. Dar prioridade a um relacionamento, em detrimento do si e do seu processo interno. Essa é outra armadilha traiçoeira.
22. Deixar que a criança interior governe a sua vida.
23. Ser crítico demais e duro demais para consigo mesmo.
24. Deixar-se enredar pelo glamour e ilusão dos poderes psíquicos.
25. Tomar posse do seu poder pessoal, mas não aprender ao mesmo tempo a submeter-se ao seu Cristo interno.
26. Abrir mão do seu poder pessoal quando estiver fisicamente cansado.
27. Esperar que Deus e os mestres ascensionados resolvam todos os seus problemas.
28. Viver no piloto automático e relaxar a vigilância.
29. Entregar o seu poder a entidades que se possam comunicar consigo.
30. Ler demais e não meditar o bastante.
31. Deixar que a sexualidade o domine, em vez de dominá-la.
32. Identificar-se excessivamente com seu corpo mental ou emocional, sem atingir o equilíbrio.
33. Pensar que precisa ser um canal para outras vozes, ver ou experimentar toda a espécie de fenômenos mediúnicos a fim de se tornar espiritualizado ou ascender.
34. Forçar a elevação da sua kundalini.
35. Forçar a abertura dos seus chacras.
36. Pensar que o seu caminho espiritual é melhor que o dos outros.
37. Julgar as pessoas em função do nível de iniciação que alcançaram.
38. Partilhar o seu nível "avançado" de iniciação com outras pessoas.
39. Contar aos outros o seu "bom trabalho espiritual", em vez de simplesmente centrar-se na sua humildade. “Não saiba a tua mão esquerda o que fez a tua mão direita”.
40. Pensar que as emoções negativas são algo imprescindível.
41. Isolar-se dos outros e achar que isso é ser espiritualista.
42. Considerar a Terra um lugar terrível.
43. Entregar o seu poder à astrologia ou à influência dos astros, como fatores externos e incontornáveis.
44. Apegar-se demais às coisas e às pessoas.
45. Viver desapegado demais com relação à vida; não se esforçar rumo ao desapego envolvido.
46. Viver preocupado demais com o eu; e não se dedicar o suficiente a servir os outros.
47. Enredar-se nas numerosas teorias equivocadas da psicologia tradicional, pois cada uma delas não passa de uma fina fatia da torta inteira.
48. Ser místico demais ou ocultista demais, e não se esforçar para integrar os dois lados.
49. Desistir no meio das grandes adversidades. Essa é uma das piores armadilhas. Nunca desista! Nunca, jamais deve desistir!
50. Achar que o sofrimento que o incomoda - seja em que nível for - não irá passar.
51. Concentrar-se demais no nível de iniciação que alcançou, ou aguardar com ansiedade exagerada o momento da ascensão, em vez de se preocupar com o trabalho que precisa ser feito.
52. Deixar-se enredar pelos poderes espirituais em vez de reconhecer que o amor é, de entre todos, o maior poder espiritual.
53. Denegrir outros grupos espiritualistas ou metafísicos, em vez de buscar o trabalho conjunto e a unificação, mesmo que esses grupos não estejam inteiramente sintonizados com todas as suas crenças.
54. Deixar-se enredar no dogma da religião tradicional, ou quaisquer outros dogmas.
55. Pensar que precisa de um sacerdote, que aja como intermediário entre si e Deus.
56. Usar as suas crenças espirituais para gerar divisão, elitismo ou uma condição especial indevida.
57. Tornar-se fanático demais pelas suas próprias crenças.
58. Achar que pode alcançar a iluminação por meio de drogas ou algum tipo de pílula mágica. Essa é uma das piores formas de ilusão!
59. Achar que outras pessoas não precisam trabalhar no seu caminho espiritual.
60. Sobrevalorizar o relacionamento com os filhos em detrimento das relações consigo mesmo e com o seu Cristo interno.
61. Enredar-se em todas as atrações deste mundo material, realmente fascinante.
62. Envolver-se demais no amor a uma só Pessoa, em vez de expandir seu amor para englobar muitas pessoas, e todos os outros, de forma incondicional.
63. Enredar-se na dualidade, em vez de buscar equilíbrio mental, paz interior e equidade em todos os momentos; se você não transcender a dualidade, continuará a sentir-se vítima da sua própria montanha-russa emocional, sacudindo-se de um lado para o outro entre os altos e baixos da vida. A alma e o espírito pensam com uma
consciência transcendente, que não tem ligação com essa lufa-lufa quotidiana.
64. Ser pai ou filho, mãe ou filha no relacionamento a dois, em vez de assumir a condição de adulto.
65. Pensar que precisa sofrer na vida. Isto é tremendamente falso!
66. Ser ou querer ser um mártir do caminho espiritual.
67. Precisar de controlar os outros.
68. Ter ambição espiritual.
69. Precisar de simpatia, amor ou aprovação.
70. Ter necessidade de ser um Mestre.
71. Ser hipersensível ou, no outro lado da moeda, duro demais.
72. Assumir responsabilidades no lugar dos outros.
73. Ser ou querer ser um salvador.
74. Servir por motivos egoístas e pensar que está a acumular mérito espiritual.
75. Pensar que é espiritualmente mais avançado do que realmente é; por outro lado, pensar que é menos avançado do que realmente é.
76. Ser famoso e cultivar a dependência da fama.
77. Dar importância indevida à busca da paixão ou da alma gêmea, e não perceber que a sua própria Alma - e a Mônada - são aquelas que, na verdade, o podem complementar e saciar interiormente.
78. Pensar que precisa de um relacionamento romântico para ser feliz.
79. Precisar ver-se no centro do palco; ou, no outro lado da moeda, preferir sempre esconder-se pelos cantos.
80. Trabalhar e esforçar-se demais, exaurindo-se fisicamente, ou, no outro lado da moeda, distrair-se demais e não se ocupar dos assuntos do Pai.
81. Buscar orientação em médiuns e não confiar na própria intuição.
82. Entregar-se, neste plano ou no plano interior, a mestres que não sejam ascensionados e que, logicamente, também têm uma compreensão e concepção limitadas da realidade.
83. Fazer do caminho espiritual um hobby, e não o "fogo devorador".
84. Perder tempo demais em frente da TV, na Internet, com jogos de vídeo, ou lendo romances fúteis, e assistindo a filmes violentos.
85. Gastar quantidades imensas de tempo e energia por falta de organização e administração adequada do tempo.
86. Pensar que discutir com os outros é algo que lhe sirva a si, ou sirva a outras pessoas.
87. Tentar vencer ou estar certo, em vez de se esforçar por amar e compreender.
88. Enfatizar demais a intuição, o intelecto, o sentimento e o instinto, em vez de perceber que tudo isso precisa ser equilibrado e integrado, cada qual na sua devida proporção; a cilada, aqui, é identificar-se excessivamente com um deles.
89. Devotar-se a um guru que o diminui e o divide, em vez de se dedicar ao Eu espiritual que é você mesmo, e cultivar o seu próprio Cristo interno.
90. Tentar permanecer aberto todo o tempo, em vez de saber como abrir e fechar o seu campo energético, de acordo com as necessidades.
91. Não saber dizer não aos outros, à criança interior ou ao ego negativo.
92. Pensar que a violência ou qualquer tipo de agressão contra os outros lhe vai trazer aquilo que você deseja, ou que sirva a Deus de algum modo.
93. Culpar Deus ou irritar-se com Ele ou contra os mestres ascensionados por causa dos próprios problemas.
94. Quando suas orações não forem atendidas, pensar que Deus e os mestres ascensionados não estão respondendo às suas preces.
95. Comparar-se com outras pessoas, em vez de perceber que somos únicos, e que as potencialidades, as circunstâncias e as vivências do outro não são as suas.
96. Pensar que ser pobre é ser espiritualizado. Pensar que é preciso ser rico para ser feliz e espiritualizado.
97. Comparar-se e competir com os outros por causa dos níveis de iniciação e ascensão.
98. Assumir o papel de vítima diante de outras pessoas ou do seu próprio corpo físico, emocional ou mental, desejos, cinco sentidos, ego negativo, eu inferior.
99. Estudar demais e não manifestar os seus conhecimentos no mundo real.
100. Pensar que o seu mau humor é a verdadeira realidade de Deus.
101. Pensar que o valor reside em fazer e alcançar coisas.
102. Pensar que você não precisa de se proteger espiritual, psicológica e fisicamente.
103. Pensar que glamour, ilusão, ego negativo, medo e separação, são a verdadeira realidade.
104. Usar açúcar, café e refrigerantes e outros estimulantes artificiais para obter energia física.
105. Tentar fazer tudo sozinho e não pedir a ajuda a Deus; ou, no outro lado da moeda, pedir a ajuda de Deus e não se ajudar a si mesmo.
106. Deixar de amar as pessoas porque elas o estão a tratar mal ou dando um exemplo negativo de egoísmo; não distinguir a pessoa de seu comportamento.
107. Perder a fé na realidade viva da Alma, da Mônada, de Deus e dos Mestres Ascensionados, e na capacidade que eles têm de ajudá-lo.
108. Pensar que apenas as outras pessoas podem atingir a ascensão, ou ser Luz no mundo, ou pelo menos não nesta vida.
109. Tentar atingir a ascensão para fugir dos problemas quotidianos.
110. Pensar que a Terra é uma prisão, e não reconhecê-la como um Paraíso em evolução.

“Tudo o que existe no universo divino é governado por leis - físicas, emocionais, mentais e espirituais. Aprendendo a compreender essas leis e tornando-se obediente a elas você trilhará o caminho da ascensão.”

sábado, 23 de junho de 2012

Eu te compreendo

Eu te compreendo



Sim, eu te compreendo

Eu sei das tuas tensões, dos teus vazios e da tua inquietude. Eu sei da luta que tens travado à procura de Paz. Sei também das tuas dificuldades para alcançá-la. Sei das tuas quedas, dos teus propósitos não cumpridos, das tuas vacilações e dos teus desânimos.
Eu te compreendo... Imagino o quanto tens tentado para resolver as tuas preocupações profissionais, familiares, afetivas, financeiras e sociais. Imagino que o mundo, de vez em quando, parece-te um grande peso que te sentes obrigado a carregar. E tantas vezes, sem medir esforços.

Eu conheço as tuas dúvidas, as dúvidas da natureza humana. Percebo como te sentes pequeno quando teus sonhos acalentados vão por terra, quando tuas expectativas não são correspondidas. E essas inseguranças com o amanhã? E aquela inquietação atroz em não saberes se amanhã as pessoas que hoje te rodeiam ainda estarão contigo? De não saberes se reconhecerão o teu trabalho, se reconhecerão o teu esforço. E, por tudo isto, sofres, e te sentes como um barco sozinho num mar imenso e agitado.

E não ignoro que, muitas vezes, sentes uma profunda carência de amor. Quantas vezes pensaste em resolver definitivamente os teus conflitos no trabalho ou em casa. E nem sempre encontraste a receptividade esperada ou não tiveste força para encaminhar a tua proposta. Eu sei o quanto te dói os teus limites humanos e o quanto às vezes te parece difícil uma harmonia íntima. E não poucas vezes, a descrença toma conta do teu coração.

Eu te compreendo... Compreendo até tuas mágoas, a tristeza pelo que te fizeram, a tristeza pela incompreensão que te dispensaram, pelas ingratidões, pelas ofensas, pelas palavras rudes que recebeste. Compreendo até as tuas saudades e lembranças. Saudade daqueles que se afastaram de ti, saudade dos teus tempos felizes, saudade daquilo que não volta nunca mais... E os teus medos? Medo de perderes o que possuis, medo de não seres bom para aqueles que te cercam, medo de não agradares devidamente às pessoas, medo de não dares conta, medo de que descubram o teu íntimo, medo de que alguém descubra as tuas verdades e as tuas mentiras, medo de não conseguires realizar o que planejaste, medo de expressares os teus sentimentos, medo de que te interpretem mal.

Eu compreendo esses e todos os outros medos que tens dentro de ti. Sou capaz de entender também os teus remorsos, as faltas que cometeste, o sentimento de culpa pelos pequenos ou grandes erros que praticaste na tua vida. E sei que, por causa de tudo isso, às vezes te encontras num profundo sentimento de solidão. É quando as coisas perdem a cor, perdem o gosto e te vês envolto numa fina camada de indiferença pela vida. Refiro-me àquela tua sensação de isolamento, como se o mundo inteiro fosse indiferente às tuas necessidades e ao teu cansaço. E nesse estado, és envolvido pelo tédio e cada ação ou obrigação exige de ti um grande esforço. Sei até das tuas sensações de estares acorrentado, preso; preso às normas, aos padrões estabelecidos, às rotineiras obrigações: "Eu gostaria de... mas eu tenho que trabalhar, tenho que ajudar, tenho que cuidar de, tenho que resolver, tenho que!...". Eu te compreendo... Compreendo os teus sacrifícios.

E a quantas coisas tens renunciado, de quantos anseios tens aberto mão!... E sempre acham que é pouco... Pouca coisa tens feito por ti e tua vida, quase toda ela, tem sido afinal dedicada a satisfazer outras pessoas. Sei do teu esforço em ajudar as outras pessoas e sei que isso é a semente de tuas decepções. Sei que, nas tuas horas mais amargas, até a revolta aflora em teu coração. Revolta com a injustiça do mundo, revolta com a fome, as guerras, a competição entre os homens, com a loucura dos que detêm o poder, com a falsidade de muitos, com a repressão social e com a desonestidade. Por tudo isso, carregas um grau excessivo de tensões, de angústia e de ansiedade. Sonhas com uma vida melhor, mais calma, mais significativa. Sei também que tens belos planos para o amanhã. Sei que queres apenas um pouco de segurança, seja financeira ou emocional, e sei que lutas por ela.

Mas, mesmo assim, tuas tensões continuam presentes. E tu percebes estas tensões nas tuas insônias ou no sono excessivo, na ausência de fome ou na fome excessiva, na ausência de desejo para o sexo ou no desejo sexual excessivo. O fato é que carregas e acumulas tensões sobre tensões: tensões no trabalho, nas exigências e autoritarismos de alguns, nas condições inadequadas de salário e na inexistência de motivação, nos ambientes tóxicos das empresas, na inveja dos colegas, no que dizem por trás. Tensões na família, nas dependências devoradoras dos que habitam a mesma casa; nos conflitos e brigas constantes, onde todos querem ter razão; no desrespeito à tua individualidade, no controle e cobrança das tuas ações. Eu te compreendo, e te compreendo mesmo. E apesar de compreender-te totalmente, quero dizer-te algo muito importante. Escuta agora com o coração o que te vou dizer:

Eu te compreendo, mas não te apoio! Tu és o único responsável por todos estes sentimentos. A vida te foi dada de graça e existem em ti remédios para todos os teus males. Se, no entanto, preferes a autocomiseração ao invés de mobilizares as tuas energias interiores, então nada posso te oferecer. Se preferes sonhar com um mundo perfeito, ao invés de te defrontares com os limites de um mundo falho e humano, nada posso te oferecer.

Se preferes lamentar o teu passado e encontrar nele desculpas para a tua falta de vontade de crescer; se optastes por tentar controlar o futuro, o que jamais controlarás com todas as suas incertezas; se resolveste responsabilizar as pessoas que te rodeiam pela tua incompetência em tratar com os aspectos negativos delas, em nada posso te ajudar. Se trocaste o auto apoio pelo apoio e reconhecimento do teu ambiente, então nada posso te oferecer. Se queres ter razão em tudo que pensas; se queres obter piedade pelo que sentes; se queres a aprovação integral em tudo que fazes; se escolhestes abrir mão de tua própria vida, em nome do falso amor, para comprares o reconhecimento dos outros, através de renúncias e sacrifícios, nada posso te oferecer. Se entendeste mal a regra máxima "Amar ao próximo como a ti mesmo", esquecendo-te de amar a ti mesmo, em nada posso te ajudar.

Se não tens um mínimo de coragem para estar com teus próprios sentimentos, sejam agradáveis ou dolorosos; se não tens um mínimo de humildade para te perdoares pelas tuas imperfeições; se desejas impressionar os outros e angariar a simpatia para teus sofrimentos; se não sabes pedir ajuda e aprender com os que sabem mais do que tu; se preferes sonhar, ao invés de viver, ignorando que a vida é feita de altos e baixos, nada posso te oferecer. Se achas que pelo teu desespero as coisas acontecerão magicamente; se usas a imperfeição do mundo para justificar as tuas próprias imperfeições; se queres ser onipotente, quando de fato és simplesmente humano; se preferes proteção à tua própria liberdade; se interiorizaste em ti desejos torturadores; se deixaste imprimirem-se em tua mente venenosas ordens de: "Apressa-te!", "Não erres nunca!", "Agrade sempre!"; se escolheste atender às expectativas de todas as pessoas; se és incapaz de dar um não quando necessário, em nada posso te ajudar. Se pensas ser possível controlar o que os outros pensam de ti; se pensas ser possível controlar o que os outros sentem a teu respeito; se pensas ser possível controlar o que os outros fazem; se queres acreditar que existe segurança fora de ti, repito:

Eu te compreendo mas, em nome do verdadeiro Amor, jamais poderia apoiar-te! Se recusas buscar no âmago do teu ser respostas para os teus descaminhos, se dás pouca importância a teus sussurros interiores; se esqueceste a unidade intrínseca dos opostos em nossa vida terrena; se preferes o fácil e abandonastes a paciência para o Caminho; se fechaste teus ouvidos ao chamado de retorno; se perdeste a confiança a ponto de não poderes entregar tua vida à vontade onipotente de Deus; se não quiseste ver a Luz que vem do Leste; se não consegues encontrar no íntimo das coisas aquele ponto seguro de equilíbrio no meio de todas as tormentas e vicissitudes; se não aceitas a tua vocação de Viajante com todos os imprevistos e acidentes da Jornada; se não queres usar o tempo, o erro, a queda e a morte como teus aliados de crescimento, realmente nada posso fazer por ti.

Se aspiras obter proteção quando o que precisas é Liberdade; se não descobriste que a verdadeira Liberdade e a autêntica Segurança são interiores; se não sabes transformar a frase "Eu tenho que..." na frase "Eu quero!"; se queres que o fantasma do passado continue a fechar teus olhos para a infinidade do teu aqui e agora; se queres deixar que o fantasma do futuro te coloque em posição de luta com o que ainda não aconteceu e, provavelmente, não chegará a acontecer; se optaste por tratar a ti mesmo como a um inimigo; se te falta capacidade para ver a ti mesmo como alguém que merece da tua própria parte os maiores cuidados e a maior ternura; se não te tratas como sendo a semente do próprio Deus; se desejas usar teus belos planos de mudar, de crescer, de realizar, como instrumentos de auto-tortura; se achas que é amor o apego que cultivas pelos teus parentes e amigos; se queres ignorar, em nome da seriedade e da responsabilidade, a criança brincalhona que habita em ti; se alimentas a vergonha de te enternecer diante de uma flor ou de um por de sol; se através da lamentação recusas a vida como dádiva e como graça, não posso te apoiar.

Mas, se apesar de todo o sono, queres despertar; se apesar de todo o cansaço, queres caminhar; se apesar de todo o medo, queres tentar; se apesar de toda acomodação e descrença, queres mudar, aceita então esta proposta para a tua Felicidade: A raiz de todas as tuas dificuldades são teus pensamentos negativos. São eles que te levam para as dores das lembranças do passado e para a inquietação do futuro. São esses pensamentos que te afastam da experiência de contato com teu próprio corpo, com o teu presente, com o teu aqui e agora e, portanto, distanciando-te de teu próprio coração. Tens presentes agora as tuas emoções? Tens presente agora o fluxo da tua respiração? Tens presente agora a batida do teu coração? Tens agora a consciência do teu próprio corpo? Este é o passo primordial. Teu corpo é concreto, real, presente, e é nele que o sofrimento deságua e é a partir dele que se inicia a caminhada para a Alegria.

Somente através dele se encaminha o retorno à Paz. Jamais resolverás os teus problemas somente pensando neles. Começa do mais próximo, começa pelo corpo. Através dele chegarás ao teu centro, ao teu vazio, àquele lugar onde a semente germina. Através da consciência corporal, galgarás caminhos jamais vistos, entrarás em contato com os teus sentimentos, perceberás o mundo tal como é e agirás de acordo com a naturalidade da vida. Assume o teu corpo e os teus sentimentos, por mais dolorosos que sejam; assume e observa-os, simplesmente observa-os. Não tentes mudar nada, sê apenas a tua dor. Presta atenção, não negues a tua dor. Para que fingir estar alegre se estás triste? Para que fingir coragem se estás com medo? Para que fingir amor se estás com ódio? Para que fingir paz se estás angustiado? Não lutes contra teus sentimentos, fica do teu próprio lado, deixa a dor acontecer, como deixas acontecer os bons momentos. Pára, deixa que as coisas sejam exatamente como são.

Entra nos teus sentimentos sem os julgar, não fujas deles, não os evites, não queira resolvê-los escapando deles - depois terás de te encontrar com eles novamente, é apenas um adiamento, uma prorrogação. Torna-te presente, por mais que te doa. E, se assim fizeres, algo de muito belo acontecerá! Assim como a noite veio, ela também se irá e então testemunharás o nascer do dia, pois à noite o sol escurece até a meia-noite e, a partir daí, começa um novo dia.

Se assim fizeres, sentirás brotar de dentro de ti uma força que desconhecias e te sentirás renovado na esperança e a vida entrando em ti. Se assim fizeres, entenderás com o coração que a semente morre mesmo, totalmente, antes de germinar e que a morte antecede a vida. E, se assim fizeres, poderei dizer-te então que: Eu te Compreendo e que, assim, tens todo o meu apoio! E verás com muita alegria que, justamente agora, já não precisas mais do meu apoio, pois o foste buscar dentro de ti e o encontraste dentro da tua própria dor! A CAUSA É INTERIOR.

O homem traz a semente de sua vida dentro de si mesmo. O que quer que lhe aconteça, acontece por sua própria causa. As causas externas são secundárias; as causas internas são as principais. Existe a possibilidade de uma transformação...E que só você pode conseguir, basta querer...

(Antônio Roberto Soares)


FONTE: http://somostodosum.ig.com.br/conteudo/conteudo.asp?id=1866

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Ascensão Mundial 2012

Eu estava lendo um texto de Inelia Benz, sobre como lidar com a escuridão.
Estranho como as palavras de algumas pessoas as vezes parecem ter saído de nossos corações. Como temos a sensação de já ter pensado a mesma coisa, ou enfrentado a mesma dúvida.
"Através de minha vida, e em vários estágios, eu, como outras pessoas sensitivas, senti o medo coletivo, a dor e o sofrimento no planeta sentido pelos humanos, assim como nos animais e na natureza. 
Todas as pessoas, animais, todas as plantas, todas as árvores. Existe tanta dor, tanto sofrimento, tanta violência. Eu a sentia toda. A cada minuto de cada dia. Nunca parava. Eu não posso suportar. E está ficando mais alto toda vez que a elite usa todas as suas ferramentas para aumentá-la."
Eu sentia isso. Nunca pude assistir filme de guerra, de morte, mesmo quando a história era fictícia. Porque sabia que coisas assim acontecem nas guerras de verdade, que existem assassinos de sangue frio. Eu sentia a dor do mundo também e logo cedo entendi o porquê. Entendi que era uma reação.

"Como Bill Ryan disse em nosso artigo: 'Qual a moral da história? Humanos, também, disparam com violência e raiva porque estão em grande dor e medo."
Eu conseguia entender isso, que todos que chegaram ao ponto de cometer tantas violências não tiveram um desenvolvimento sadio. Isso explica mas não justifica. Não justifica porque de quem é a culpa da sociedade ser assim? Sempre temos a escolha, por mais que queiramos jogar toda a culpa no coletivo, ele nada mais é do que a soma das partes. Nossa soma, de cada um de nós. Nós temos o poder de mudar.
Também podemos sentir a luz.
Nos perguntamos quando será a transição, porque não suportamos mais tanta dor, tanto sofrimento.

Queremos distância desta realidade. Mas tudo o que temos AGORA é esta realidade. E muitos acabam se refugiando nesta espera e deixam de fazer o que podem.
"Gostem ou não, nós estamos todos nos tornando mais despertos. E com esta ciência vem a habilidade de responder, a habilidade de agir, a habilidade par escolher o que queremos e o que não queremos."
Podemos fazer coisas simples, como disse a Inelia, comer carne de produtores que não maltratam os animais, alimentos orgânicos, reciclar o lixo, e emanar luz para todos os que estão na escuridão. Este talvez seja o mais importante. Amando aos outros podemos nos perdoar por nossos erros. 
"Cada vez que cedemos para vibrações negativas, nós estamos adicionando para o sofrimento ao redor do globo. Quanto mais alta a vibração, mais alegre ela é "sentida", não é sobre sofrimento de maneira nenhuma. Sofrimento pessoal simplesmente amplifica o sofrimento ao redor do mundo. A Ascensão da Terra 2012 pode não parecer significante no meio de uma explosão de temperamento ou sentindo pena de nós mesmos, mas é. Cada tempo/espaço segundo, polegada conta." 
Talvez a transição seja um momento em que seremos como uma pedra que cai em um lago calmo e provoca ondulações por toda sua superfície. Nós estamos sendo chamados a mudar. A amar. Para que assim esta mudança possa se manifestar. Por isso tantos enganos com datas e eventos. Todos são uma espécie de preparação.
"A Ascensão Mundial 2012 é toda sobre nossa existência coletiva, escolhas coletivas, decisões coletivas e elevação da assinatura da energia do núcleo."
Nós somos a mudança, temos que compreender isso. Existe muito trabalho a ser feito...
Espero que estejam felizes HOJE e não somente esperando uma nova realidade.
Perdoem o que lhes fizeram no passado, não mais reaja, abra-se para o universo, e sinta a nova energia que chega!


Amo vocês!

Larissa




Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...