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quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Divaldo Franco fala sobre a transição

O médium Divaldo Franco, fala sobre os tempos de mudanças que vivemos, da chegada de novos espíritos, da transição do planeta, os sinais das mudanças.





FONTE: http://www.youtube.com/watch?v=aa7pmvli26M&feature=player_embedded#

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

As "Crianças Índigo" e a Transição Planetária - Eurípedes Kühl

Nada há no Espiritismo sobre “crianças índigo”. No entanto, será aqui tratado porque pequenas notas espíritas sobre tais crianças e sua participação na transição planetária estão despontando na mídia, além do que, alguma coisa daquilo que a respeito é encontrado com abundância na internet pode, sim, ficar paralelo ou ao abrigo da Doutrina dos Espíritos.
Em se tratando de transição planetária não tenho conhecimento de nenhuma religião ou sistema que trate do tema com tanta lógica, propriedade e bom senso como o faz o Espiritismo.
Sendo rigorosamente kardequiano, não me abalanço a elencar particularidades dos “índigos” com o propósito de acoplá-las à Doutrina dos Espíritos, mas sim, possibilitar aos leitores reflexões que os levem a aceitar ou não o que sobre isso se diz.
— E o que é que se anda dizendo sobre isso?

1. Crianças Índigo
Em Maio/99, Lee Carroll e Jan Tober, ambos escritores e palestrantes norte-americanos sobre auto-ajuda, publicaram o livro “The Indigo Children” (As Crianças Índigo), nele narrando suas observações sobre as crianças que estão chegando ao mundo...
Antes deles, foi Nancy Ann Tape, uma sua conhecida, parapsicóloga, também americana, quem primeiro (desde 1980) cunhou a expressão “crianças índigo”, com base na cor por ela observada na aura de crianças que de alguma forma se destacavam das demais.
Nancy escreveu um livro narrando suas observações: Understandig Your Life Through Color – Entendendo sua vida através da cor. A partir daí, tais crianças também passaram a ser denominadas de “Crianças da Luz”, “Crianças do Milênio”, “Crianças Estrela”, “Meninos Índigo”.
Já de início, como se pode observar, toda essa matéria vem do pessoal que mora acima do Rio Grande , sabidamente pródigo em criar-anunciar-divulgar “novidades novidadeiras” para o mundo todo (“remember” o que Hollywood exporta...).
Indeclinável relembrar também o Espírito Erasto, quando em “O Livro dos Médiuns”, Cap XX, dá-nos regra áurea no caso de quaisquer dúvidas: Melhor é repelir dez verdades do que admitir uma única falsidade, uma só teoria errônea.

— Afinal: o que são “crianças índigo”?
— Dizem os norte-americanos citados que:

a. trata-se de uma nova geração de Mestres aportando no planeta para ajudarem a modificá-lo — social, educacional e espiritualmente(!);
b. estarão catalisando mudanças comportamentais, no sentido de que a humanidade proceda como pensa, sem mascaramentos, sempre com sólida base no que é certo, mudando o foco do individual para o coletivo, isto é, mais o próximo, menos o EU;
c. em tudo, só admitem a verdade, daí que se comportam com senso de realeza;
d. para elas auto-estima não é essencial e talvez por isso é que não aceitam autoridade absoluta, mormente aquela que não explica ou não oferta alternativas;
e. frustram-se com a rotina e por isso são incapazes de se manterem quietas (numa fila, por ex.);
f. têm sempre a melhor forma de fazer as coisas, pois extrapolam o plano intelectual;
g. por intuição não se deixam enganar jamais: intuitivamente percebem quando a verdade está ou não em tela;
h. parecem anti-sociais quando distantes de outras crianças semelhantes (em nível de consciência);
i. para elas não funcionam ameaças ou pressões vindas de alguém que lhes prometa retaliações por alguns dos seus atos, naturalmente incompreendidos...
j. trazem o propósito de ajudar às massas e por isso apresentam alguma hiperatividade, sempre positiva;
l. estão voltadas para atividades:
   - humanísticas (servir às massas)
   - conceituais (projetos técnicos)
   - artísticas (sensibilidade maior no que fazem)
   - interdimensionais (precoces no saber – implantando novas filosofias e maisespiritualidade para o mundo);
m. operam com base no amor: sempre abertos e honestos;
n. não são perfeitas, em absoluto: eventualmente, podem apresentar irritação ou pouco poder de concentração.

Bem: na internet há muito mais. De minha parte, julgo que já é o suficiente o que acima expus, no sentido de formar um ligeiro painel sobre as “crianças índigo”.

2. Transição Planetária
É verdade que todos nós notamos que o mundo vem passando por mudanças expressivas e rápidas, mormente com as gerações de jovens do pós 2ª Guerra Mundial (1939-1945) que tanta presença vêm marcando, notadamente:
a. as mulheres, praticamente, igualaram-se social e profissionalmente aos homens, quebrando tabus seculares;
b. no inter-relacionamento familiar desapareceram do vocabulário filial as palavras “senhor” ou “senhora”, no tratamento com os pais, que foram substituídas simplesmente por “você”;
c. os pais aceitam que o filho ou a filha (às vezes, menores de idade...) tragam para casa a namorada, ou o namorado, por pernoite ou dias, em muitos casos permitindo-lhes relacionarem-se sexualmente, o que eufemisticamente é denominado “ficar”... (sexo avulso, irresponsável...);
d. o pai, dantes 100% ausente das lides domésticas, agora as divide com a esposa e os filhos; em alguns casos assume tudo, por ele estar desempregado e ela, a esposa, exercer alguma atividade dentro ou fora de casa, com o que garante o sustento do lar...
e. os adultos, modo geral, preocupam-se em passar valores morais para as crianças, trazendo à tona a verdade, sobre qualquer assunto (drogas e sexo, em particular).

Em “O Livro dos Espíritos”, obra basilar do Espiritismo, vemos na 3ª Parte que a Lei Divina do Progresso submete tudo e todos à incessante evolução, com sistemática nem sempre compreendida pelo homem. Com efeito, a atmosfera se mostra saneada após as tempestades ou ventos fortes e o solo sempre se torna mais generoso depois das erupções vulcânicas.
Se assim é quanto ao mundo físico, outra não será a sistemática quanto à Humanidade...
Relembremos que pedagogicamente Kardec classificou a Terra como planeta de “Provas e Expiações e o Espírito de Santo Agostinho declarou que chegou a hora deste mundo ser promovido a Planeta de Regeneração” .
Essa promoção é bem explicitada no livro “A Gênese”, última obra literária de Kardec, que no derradeiro capítulo (XVIII) deixou registrado:
São chegados os tempos - Sinais dos tempos – A geração nova

1. São chegados os tempos, dizem-nos de todas as partes, marcados por Deus, em que grandes acontecimentos se vão dar para regeneração da Humanidade.
(...) A Terra, como tudo o que existe, está submetida à lei do progresso que, moralmente, se dará pela depuração dos Espíritos encarnados e desencarnados que a povoam.
(...) Restam aos homens fazerem que entre si reinem a caridade, a fraternidade, a solidariedade, que lhes assegurem o bem-estar moral.
(...) A geração futura (estávamos em 1868) desembaraçada das escórias do velho mundo e formada de elementos mais depurados, se achará possuída de idéias e sentimentos muito diversos dos da geração presente.
(...) O caráter, os costumes, os usos, tudo está mudado. É que, com efeito, surgiram homens novos, ou, melhor, regenerados.
(...) A geração que surge, retemperada em fonte mais pura, imbuída de idéias mais sãs, imprimirá ao mundo ascensional movimento, no sentido do progresso moral que assinalará a nova fase da evolução humana.
(...) Havendo chegado o tempo, grande emigração se verifica dos que a habitam: a dos que praticam o mal pelo mal, ainda não tocados pelo sentimento do bem, os quais, já não sendo dignos do planeta transformado, serão excluídos. Irão expiar o endurecimento de seus corações, uns em mundos inferiores, outros em raças terrestres ainda atrasadas.
(...) A Terra, no dizer dos Espíritos, não terá de transformar-se por meio de um cataclismo que aniquile de súbito uma geração. A atual desaparecerá gradualmente e a nova lhe sucederá do mesmo modo, sem que haja mudança alguma na ordem natural das coisas.
(...) Pela natureza das disposições morais, sobretudo das disposições intuitivas e inatas das duas gerações, da que parte e da que chega, torna-se fácil distinguir a qual das duas pertence cada indivíduo.
(...) A regeneração da Humanidade não exige absolutamente a renovação integral dos Espíritos: basta uma modificação em suas disposições morais.

Conclusão
“Crianças Índigo” ajudarão a regenerarão do mundo, no dizer dos autores citados...
Sobre elas e sua missão, segundo o que dizem os norte-americanos, há alguns dados que, sem esforço, podem ser aproximados do Espiritismo. Não são muitos, mas existem.
Situo isso com a expressão da qual muito gosto: “Pode haver algum ouro na ganga”.
“Crianças índigos” é teoria que surgiu da observação de auras azul brilhante, isso significando diferença (para melhor) entre os que a possuem e os que a têm de outra cor.
O Espírito André Luiz, em sua abençoada série “A Vida No Mundo Espiritual” (13 livros, psicografados por F.C.Xavier, alguns com W.Vieira), traz notícias de auras e cores, em vários livros. Destaco apenas “Os Mensageiros”, em seu Cap. 24, quando se refere a um Espírito evoluído — Ismália, em preces —, com luzes diamantinas que do tórax irradiavam todo o corpo. Dois outros Espíritos que acompanhavam Ismália estavam quase semelhantes a ela, “como se trajassem soberbos costumes radiosos, em que predominava a cor azul”. (Grifos meus).
Da minha parte, o que já aprendi do Espiritismo não me autoriza, de forma alguma, acatar receitas de ingredientes novos e menos ainda provar o bolo pronto. Assim, embora considerando instigante o tema “crianças índigo”, não o tenho nem como comprovado ou comprovável, nem como reprovado ou reprovável.
Deixar que o Tempo se encarregue de mostrar o que há de verdade é atitude que a prudência bem recomenda, dirimindo se tudo não passa de opinião pessoal de algumas pessoas, respeitáveis todas. Kardec, em se referindo ao Espiritismo e eventuais novidades, sempre combateu energicamente as opiniões pessoais...

1.ÍNDIGO: planta cultivada originalmente na Índia e que fornece material para tingir as calças jeans com a cor característica.

2.RIO GRANDE: Rio que serve de fronteira em área do México com os EUA. Tem o nome de “Grande”, mas na verdade, sua largura, em vários pontos, não excede cinco metros; em muitos outros pontos, permite travessia a pé, de margem a margem.

3.Hiperatividade: não me refiro, aqui, ao que a Medicina denomina DDA (desordem do déficit de atenção), e sim à capacidade de realizar bem (e em quantidade) tarefas de diferentes áreas.

4.Em “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, Cap III.

5.OPINIÃO PESSOAL: Vide alertas de Kardec, na “Introdução” de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”.

Eurípedes Kühl: Eurípedes Kühl, 1934, paulista, casado, 2 filhos. Oficial do Exército, pára-quedista militar, na Reserva Remunerada, após 31 anos de carreira castrense. Bacharel em Administração de Empresas e Economia. Espírita de berço. Médium psicógrafo e escritor espírita. Vinte e dois livros editados. Doze, psicografados, e dez, de lavra própria. Palestrante espírita, responsável por vários cursos sobre Espiritismo, articulista e colaborador de vários órgãos de divulgação espíritas, inclusive "O REFORMADOR", da Federação Espírita Brasileira.

Conhecendo as Crianças e os Adultos Índigo


As crianças índigo possuem uma estrutura cerebral capaz de utilizarem simultaneamente as potencialidades do hemisfério direito e do hemisfério esquerdo, isso significa que elas conseguem ir muito mais além do plano racional e intelectual, desenvolvendo capacidades espaciais, intuitivas, criativas e espirituais, por isso elas necessitam também de um ambiente propício para poderem desenvolver todas as suas potencialidades ajudando-nos num futuro próximo a mudar muita coisa que precisa ser mudada no mundo em que vivemos, nomeadamente a diminuir a distância existente entre o pensar e o agir.

O “fenómeno Índigo” nasceu a partir da cor índigo que aparece associada à mente (chacra frontal) e à espiritualidade (aura de cor índigo). Segundo alguns autores, as crianças índigo estão envolvidas por uma aura azul-índigo! Nancy Ann Tappe, nos anos 80 observou que inúmeras crianças apresentavam esse tipo de aura e tinham características algo semelhantes. Na última década dos anos 90, dois autores norte-americanos Lee Caroll e J. Tober publicaram o primeiro livro sobre “As Crianças Índigo”.

A partir de então muito se tem falado destas crianças que cada vez em maior número (neste momento 90 % das crianças que nascem já trazem características Índigo, Cristal, Violeta ou outras…) estão a invadir o nosso planeta e apresentam as seguintes características: Inteligentes, sensitivas, intuitivas, com tendência hiperactiva, perceptivas, compreendem facilmente as leis universais, são muito criativas e possuem uma memória privilegiada (por vezes falam de vidas passadas com toda a naturalidade) e são dotadas, como referem alguns autores, de uma espécie de “inteligência espiritual”. Quando o assunto não lhes interessa podem apresentar características de défice de atenção, mas se, pelo contrário, algum tema lhes desperta a atenção, entregam-se apaixonadamente e passam horas atentas e envolvidas em novas descobertas.

Vários autores referem que podem distinguir-se 4 tipos de crianças índigo: as humanistas (líderes), as conceptuais (cognitivas ou intelectuais), as artistas (portadoras grande sensibilidade e intuição) e as interdimensionais (globalmente sobredotadas mas com potencialidades espirituais invulgares).
 
Não é a primeira vez que o planeta assiste à chegada de consciências que trazem características diferentes do habitual que põem em causa as culturas instaladas. Poderíamos enumerar uma quantidade delas, que desde há muito, vêm surgindo aqui e ali para nos abrirem um pouco a porta do conhecimento, na maior parte das vezes, foram perseguidos, mal entendidos, na época em que viveram, e até, alguns chegaram a ser mortos. Tudo isto só porque apresentaram comportamentos diferentes e formas de pensar que punham em causa as instituições e organizações políticas ou religiosas vigentes. Temos, por exemplo: Pitágoras, Sócrates, Platão, Aristóteles, Jesus Cristo, Leonardo da Vinci, Gandhi, Shweitzer, Einstein e muitos outros....Eles surgiam para ajudarem a que a mudança fosse algo possível de acontecer e com a sua coragem e determinação se abrissem caminhos novos e diferentes. Graças a eles a humanidade foi dando os seus passos no sentido de romper com velhas tradições de pensamento e culturas.

Propomos que façam um pequeno teste às vossas crianças para poderem identificá-las, ou não, como crianças índigo. Este teste (embora com algumas adaptações) é apresentado por Lee Carroll no seu livro As Crianças Índigo.

Trata-se de uma criança muito intuitiva (parece adivinhar as coisas) e traz consigo, desde a nascença, uma certa realeza comportando-se como tal?

Sentem que merecem estar aqui e admiram-se quando outros não os reconhecem. Revelam-se bastante sensitivos (parecem observar, ver, ouvir e detectar acontecimentos, objectos e situações aparentemente impossíveis)?

São muito sensíveis à música, à pintura, às paisagens grandiosas e sublimes, ao belo?

Dizem, com naturalidade aos pais quem são e donde vêm e alguma vez referiram ter falado com anjos, Deus, extraterrestres ou outras entidades?

Preocupam-se muito com questões humanitárias, a fome, as guerras, os problemas ambientais, com os animais abandonados ou maltratados?

Gostam de ver programas sobre História, Religião e Arte na TV ou na Internet?

Sentem-se frustrados com sistemas que obedecem a rituais e sem criatividade, apresentam outras formas de fazerem as coisas, tanto em casa como na escola, o que os torna rebeldes ou simplesmente desinteressados?

Costumam desenhar figuras exóticas, seres extra-terrestres, figuras estranhas?

Apreciam conversar sobre Deus, o princípio do Mundo, a Vida, os OVNIS, etc?

Parecem ser anti-sociais, e, por vezes a escola é o local onde lhes é muito difícil socializar. Apreciam a solidão. Gostam de se fechar no quarto para ficar sozinhos?

Têm dificuldade em aceitar uma autoridade absoluta. Falam ou escrevem sobre assuntos que parecem não ser para a sua idade e formação?

Se respondeu SIM a mais de 4 perguntas...esteja mais atento ao seu filho ou educando, porque poderá estar perante uma criança índigo, por isso tente retirar dele mais informações, mas proceda com carinho e amor verdadeiro, porque estas crianças, devido à sua sensibilidade e capacidades extrasensoriais, apercebem-se facilmente das suas intenções, sobretudo se estas não foram para seu bem. Como sabem elas trazem consigo um verdadeiro detector de mentiras e, intuitivamente, lêem os pensamentos das pessoas com quem tratam.

Em primeiro lugar é fundamental que exista para a criança uma só escola e uma só educação. O complexo processo educativo, para atingir os seus plenos objectivos deve fazer um compromisso com todos os seus intervenientes que em conjunto devem-se envolver em uníssono: pais, professores, alunos. Todos têm que ter consciência de três verdades insofismáveis:

O potencial humano é muito superior àquilo que nos convenceram. (Einstein desenvolveu, apenas, entre 5 e 10% das capacidades do seu cérebro....)

A educação deve ser adquirida naturalmente e com prazer, porque educar sem prazer é deseducar e é como um dia sem sol.

A educação e a aprendizagem são o único motivo que nos trouxe a este planeta, por isso, deve ser feita com esmero.

Um sistema de educação alternativo e muito conhecido é o da pedagogia Waldorf que explica de uma forma harmoniosa a relação existente entre o processo íntimo do desenvolvimento da criança e do jovem e as modificações sofridas pelo homem em sua evolução histórica, pois ajuda a criança a passar por um processo evolutivo de crescimento, amadurecimento e consciencialização progressivos até atingir a maturidade. Para isso promove um acompanhamento adequado com respeito pela sua individualidade e criatividade, para que floresça e desabroche livremente em todas as suas vertentes.

Existem muito poucas escolas com pedagogias adequadas e preparadas para promoverem uma educação adequada a estas e muitas outras crianças.

Em Portugal existem algumas poucas escolas com pedagogia Waldorf mas encontram-se sem vagas.

Existe ainda uma Escola Montessori para crianças de 1 a 6 anos de idade, contacto 21 456 4733.
 
Se quer saber se é um índigo adulto analise as afirmações que se seguem:

São muito criativos ainda que na escola não tenham tirado as melhores notas.

Têm algumas características que fazem parte de crianças índigo.

Apresentam alguns problemas de concentração e atenção (Sintomas de Desordem de falta de Atenção. Podem apresentar problemas para se concentrarem nas suas tarefas. Podem saltar de tema nas conversas (palestras, dissertações, etc.)

Têm uma verdadeira empatia por algumas pessoas e sentem-se bem com pessoas que tenham a sua vibração, mas têm, também, uma profunda intolerância pela estupidez.

São muito intuitivos, muito criativos e desfrutam fazendo coisas, mesmo que espalhem tudo à sua volta como um caos, sentem-se bem assim...mesmo que os outros reclamem da desordem.

É difícil para eles fazerem um trabalho repetitivo e obrigatório e sobretudo na escola recusavam-se a fazê-lo.

Vivem em constante mudança e têm, ainda hoje, problemas com a autoridade. Rejeitam, muitas vezes, a autoridade do professor ou mesmo dos pais quando procuravam impô-la. Questionaram-na e continuam questionando a autoridade.

Aprendem rapidamente e quando acham que já sabem o suficiente aborrecem-se e desinteressam-se pelos assuntos?

Se uma coisa ou um tema lhes interessa põem aí toda a sua atenção e não se importam de estar horas a fazer o mesmo.

Na escola parecia que tinham “picos” e não paravam quietos, quando a matéria não lhes interessava, não lhe servia para nada ou achavam que já sabiam o suficiente sobre o assunto.

Por vezes mostra ser extremamente sensíveis, ou emocionalmente instáveis, chorando ao mínimo motivo (sem protecção). Ou podem mostrar uma certa falta de emoção (protecção completa).

Por vezes revoltam-se com certas coisas ou pessoas, parecendo que têm problemas com a Ira.

Não compreendem e até se revoltam, ou irritam com os chamados sistemas ineficazes que consideram caducos: sistema político, educativo, médico, jurídico, etc.

Sentem uma verdadeira irritação e ira quando privam dos seus direitos e detestam que os observem ou controlem os teus passos, ficam irritados quando alguém está sempre a observá-los e a criticá-los.

Procuram o significado da vida e sentem uma vontade grande de mudar ou até melhorar o mundo aderindo, por vezes, à espiritualidade, a alguma religião ou a grupos ou livros de auto-ajuda.

Tiveram alguma experiência psíquica, premonições (ver anjos, seres extrafísicos, fantasmas...) experiências fora do corpo, ouvir ruídos ou vozes, etc.

É sensível à electricidade e por vezes os relógios não funcionam, as lâmpadas apagam-se quando passa por baixo deles, os aparelhos eléctricos funcionam mal ou queimam-se fusíveis ou rebentam lâmpadas...

Já, alguma vez, tiveram consciência da existência de outras dimensões, de extraterrestres ou da existência de outras realidades paralelas.

São muito expressivos sexualmente, mas também podem recusar a sexualidade por aborrecimento ou para conseguirem uma ligação espiritual mais elevada. Podem explorar tipos alternativos de sexualidade.

Tiveram poucos ou nenhum exemplo índigo para imitar.

Se conseguem encontrar o seu equilíbrio podem transformar-se em indivíduos muito realizados, fortes, sãos e felizes.




SERÁS TU UM ÍNDIGO ADULTO?


Sim, tu podes ser um índigo adulto. Os índigos não começaram a chegar à Terra recentemente; o que acontece é que, simplesmente, o seu número tem vindo a aumentar cada vez mais, até, neste momento são já tantos que, finalmente, não podemos ignorá-los.

Será tu um índigo adulto?
Eu creio que os índigos adultos têm as seguintes características:

• São inteligentes ainda que, na escola, não tenham tirado as melhores as notas.

• São muito criativos e desfrutam fazendo coisas.

• Sempre precisam de saber PORQUÊ; especialmente quando se lhes pede que façam algo.

• Desagradava-lhes e, se calhar, odiavam grande parte do trabalho repetitivo e obrigatório da escola. Na escola, eram rebeldes negando-se a fazer os trabalhos e recusavam a autoridade do professor. Ou, então, gostariam de se revoltar mas não se ATREVIAM, geralmente por causa da pressão dos pais.

• É possível que tenham experimentado depressão existencial bem cedo e sentimentos de impotência, os quais podem ter ido desde a tristeza até ao total desespero. Sentimentos suicidas durante a escola secundária ou até antes, são relativamente freqüentes no Índigo adulto.

• Têm dificuldades em empregos não dedicados ao serviço. Os índigos resistem à autoridade e ao sistema laboral hierárquico. Preferem esforços cooperativos, posições de liderança ou trabalhar sozinhos. Têm profunda empatia por outros, mas também uma profunda intolerância perante a estupidez.

• Podem ser extremamente sensíveis emocionalmente, inclusive chorando ao mínimo motivo (sem proteção). Ou, então, podem ser o oposto e não mostrar qualquer expressão de emoção (proteção completa). Podem ter problemas com a IRA. Têm problemas com os sistemas que consideram «gastos» ou ineficazes, como por exemplo, o sistema político, educativo, médico, legal, etc.

• Afastamento ou sensação de irritação com a política, sentindo que a tal voz não conta e que o resultado, realmente, não importa. Frustração ou rejeição do tradicional “sonho americano”: trabalhar oito horas, matrimônio, 2.5 filhos, casa com uma cerca branca, etc.

• Ira quando são privados dos seus direitos; medo e/ou fúria perante o “Grande Irmão (Big Brother) que está a observar-te”.

• Um ardente desejo de fazer algo para mudar ou melhorar o mundo. É possível que não saibam o que fazer. Talvez tenham problemas para identificar o seu caminho. Têm interesses psíquicos ou espirituais desde muito novos; antes ou durante a adolescência.

• Tiveram poucos ou nenhum modelo índigo para imitar. Possuem forte intuição.

• Padrão de comportamento ou estilo mental aleatório (sintomas de Desordem de Falta de Atenção).

• É possível que tenham problemas para se concentrarem nas suas tarefas. Podem saltar de tema durante as conversações (palestras, dissertações, etc).

• Tiveram experiências psíquicas, tais como premonições, ver anjos ou fantasmas, experiências fora do corpo, ouvir vozes, etc.

• Podem ser sensíveis à eletricidade: os relógios não funcionam, as lâmpadas apagam-se quando passam por debaixo delas, os aparelhos elétricos funcionam mal ou queimam-se os fusíveis.

• Podem ter consciência de outras dimensões e realidades paralelas.

• São muito expressivos sexualmente. Também podem recusar a sexualidade por aborrecimento ou com a intenção de conseguir uma ligação espiritual mais elevada. Podem explorar tipos alternativos de sexualidade.

• Procuram o significado das suas vidas e a compreensão do mundo. Podem consegui-lo através da espiritualidade ou da religião, grupos ou livros de auto-ajuda.

• Se chegam a encontrar o seu equilíbrio, podem converter-se em indivíduos muito fortes, sãos e felizes.

Esta é a minha opinião, baseada em conversas com outros índigos adultos e a minha extrapolação a partir de indicadores de Crianças índigo projetados para uma geração atrás.

Wendy Chapman – http://www.metagifted.org/
Título original: Are you an Adult Indigo?
Traducción: Victoria Ruiz (www.cultivaelespiritu.com.ar)
Tradução para português: Vitorino de Sousa (www.vitorino.desousa.com)
Fonte: www.velatropa.com/criancas_indigo/es_indigo_adulto.pdf
www.magodaluz.com.br/indigo/index.htm


FONTE: http://somostodosum.ig.com.br/blog/blog.asp?id=7622
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